quarta-feira, 22 de setembro de 2010

E volta a tempestade...

É...pensei que estava passando...Eu jurava que o sol já estava se abrindo, lindo, quentinho em meu céu nublado...mas não foi bem assim.

Os ultimos dias foram dias realmente dificeis. Fui bombardiada por uma série de verdades, daquelas mais crueis que uma pessoa pode conhecer.

Estou aqui, no meu nebulizador para tentar respirar porque realmente está dificil. Estou totalmente confusa, quase que enlouquecida. E pior: enlouquecendo todos ao meu redor.

Eu sei que já passei da idade de culpar os outros pelo meu sofrimento. Mas confesso que ainda faço isso. Estou sofrendo sim. Mas tenho que aceitar que sou EU quem está sofrendo. Absolutamente ninguem pode fazer nada para mudar isso a não ser eu mesma.

Não adianta eu estapear todos os meus amigos, numa atitude desesperada em busca de atenção e colo porque eu não vou ter...e mais, mesmo que eu tivesse não seria isso que mudaria alguma coisa no que eu to sentindo.

Me maltrataram? Sim. De uma forma extremamente cruel. De um jeito que não se faz nem com um bicho.

To ferida? Fato. Em carne viva, sangrando.

Sei lidar com isso? Não. Mas e daí? Lenine diria "a vida não pára..."

Agora o que me deixou realmente chateada comigo mesma, foi saber, relendo meus posts antigos, que nesses 01 ano e alguns meses eu não evolui nada.

Postei:

"Tenho que aceitar que 95% da humanidade não tem a minha velocidade e que eu não tenho poder sobre fatos, sentimentos e pessoas"

O tempo passou e eu não aprendi absolutamente nada. Continuo sendo uma menina mimada acha que pode fazer qualquer coisa. Onde eu estava nesse tempo? O que eu aprendi nesse tempo?

E a resposta é a mesma: nada...

Isso me magoa profundamente...eu estou sofrendo agora pelo mesmo motivo o qual me impediu de eu ser que eu sou. Uma pessoa que faz a diferença.

2 comentários:

Unknown disse...

O samba cura tudo! sábado resolveremos isso.... bjos e fica firme que a tempestade passa!!!

Cris Medeiros disse...

Fases ruins! A gente sabe que elas passam, mas enquanto estamos nelas, parecem eternas... affe!

Beijocas